O presidente Jair Bolsonaro usou neste domingo sua conta no Twitter para repetir informação dada na véspera pelo Ministério da Saúde em relação à distribuição de testes de covid-19. "São aproximadamente 10 milhões de testes no local. Cinco milhões enviados para todos os Estados ainda em março". 

Na postagem, o presidente diz que os testes rápidos poderão ser realizados em locais de fácil acesso, como farmácias, escolas e postos de drive-thru. "As amostras são coletadas sem que o paciente saia do seu próprio veículo, uma estratégia adotada com sucesso na Coreia do Sul", conclui o mandatário.

- O Governo Federal distribui milhões de testes rápidos de Covid-19 por todo o Brasil, a serem aplicados em pontos de fácil acesso à população. São aproximadamente 10 milhões de testes no total. Cinco milhões enviados para todos os estados ainda em março.

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- Por meio de parcerias, como anúncios de empresários que cada dia se colocam mais a disposição para que juntos possamos minimizar os impactos do covid19, os testes rápidos poderão ser realizados em locais de fácil acesso, como farmácias, escolas e postos de drive-thru.

- As amostras são coletadas sem que o paciente saia do seu próprio veículo, uma estratégia adotada com sucesso na Coreia do Sul. @secomvc

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Os testes são produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio, e, segundo o Ministério da Saúde, pode fornecer resultados positivos ou não, para quem tem sintomas leves em até uma hora. "Estamos adquirindo um número significativo de testes. A ideia é que, em até oito dias, os 5 milhões de kits sejam distribuídos em todo o Brasil", disse o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira. A ideia é poder isolar mais rapidamente essas pessoas de contato com os grupos de risco, como os idosos.

Alerta sobre cloroquina

Na coletiva, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, José Gabbardo fez um alerta sobre o remédio cloroquina, que está sendo testado para uso em casos mais graves da Covid-19. Neste sábado, o presidente Jair Bolsonaro disse que esse medicamento está em testes no hospital Albert Einstein, em São Paulo, e que pediu uma ampliação na produção.

"Esse medicamento é usado para tratar malária, artrite reumatóide e lúpus. No caso do coronavírus, ele está sendo usado de maneira experimental em pacientes com infecção grave, ele não pode ser utilizado por quem tem sintomas leves e está em casa. É um remédio com efeitos colaterais graves, não pode ser usado para quem quer se prevenir", ressaltou o secretário.

Ele afirmou que a Anvisa passou uma recomendação às farmácias, para que apenas pessoas com as doenças que já são tratadas com cloroquina possam adquirir o medicamento com receita médica. "Esses pacientes precisam de uso contínuo desse medicamento, não pode faltar", alertou.

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