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​Operação “Vem Diesel”: Polícia Federal e ANP combatem abusos no preço dos combustíveis
Ofensiva nacional atingiu 11 estados e o Distrito Federal; em Porto Alegre, três postos foram alvo de fiscalização nesta sexta-feira
Por Redação Tupancy
Publicado em 28/03/2026 10:42
RS
Foto: Divulgação / PF

A Polícia Federal (PF), em conjunto com órgãos de regulação e defesa do consumidor, deflagrou nesta sexta-feira (27) a Operação “Vem Diesel”. A ação interina visa desarticular práticas abusivas no mercado de combustíveis, como o aumento injustificado de preços e a formação de cartel, garantindo o direito dos cidadãos em um momento de instabilidade econômica global.

A operação ocorreu de forma simultânea em 11 estados brasileiros e no Distrito Federal. No Rio Grande do Sul, as equipes concentraram esforços na capital, Porto Alegre, onde três postos de combustíveis passaram por rigorosa inspeção. Os nomes dos estabelecimentos não foram revelados pelas autoridades.

 

Força-Tarefa Multidisciplinar

A coordenação do trabalho é fruto de uma articulação robusta entre diferentes esferas do governo e segurança:

Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon);

Polícia Federal (PF);

Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP);

Procons locais.

A participação dos Procons reforça o monitoramento direto nas bombas, verificando se o valor repassado ao consumidor final está condizente com as margens de lucro permitidas ou se há aproveitamento ilícito da situação de crise.

 

Contexto Internacional e Rigor da Lei

As autoridades destacam que a operação acontece em um momento crítico, onde o mercado internacional de petróleo sofre forte pressão devido às tensões no Oriente Médio. Esse cenário tem elevado os preços globais, mas não pode servir de pretexto para condutas que lesionem a ordem econômica nacional.

 

Próximos Passos

Caso as irregularidades sejam confirmadas após a análise dos documentos e dados coletados, os responsáveis pelos estabelecimentos poderão responder criminalmente, além de estarem sujeitos a multas administrativas pesadas e até a suspensão das atividades.

"O objetivo é proteger o bolso do trabalhador e garantir que as variações internacionais não sejam usadas como 'cortina de fumaça' para lucros arbitrários", destacaram representantes da força-tarefa.

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